Meio ambiente
GRI 103-2, 103-3 ODS 11.6

Operar nossas unidades de maneira responsável, prevenindo impactos ao meio ambiente e usando de forma consciente os recursos naturais, faz parte de nossas ações para sermos uma empresa reconhecida pela conduta sustentável. Mais do que isso, compõe as bases para construirmos a mineração do futuro, integrada com as demandas das comunidades, compartilhando valor com nossos stakeholders. Queremos ser ecoeficientes, produzindo mais e melhor, com menos recursos e menor geração de resíduos e consumo de água. Buscamos o melhor desempenho ambiental tanto no centro administrativo, quanto nas nossas minas ou smelters. Temos como metas ambientais:

75% de recirculação e menor uso específico de água;

Reduzir em 5% a emissão específica de gases de efeito estufa;

Diminuir a disposição de rejeitos em barragens e reduzir em 50% a geração específica de resíduos minerometalúrgicos;

Garantir que 100% das unidades possuam Estudo de Alternativa de uso Futuro e um Plano de Descomissionamento atualizado, alinhado aos padrões referenciais do setor.

Nosso Sistema de Gestão Integrado baseia-se em uma política integrada que estabelece as diretrizes que norteiam a condução dos negócios sob enfoque da gestão de qualidade, ambiental, da saúde e segurança do trabalho e da responsabilidade social. Além disso, seguimos com rigor todas as leis e normas ambientais pertinentes ao nosso negócio em cada país onde estamos presentes. ODS 13.2

Todas as unidades operacionais possuem a certificação ISO 14001 e, portanto, seguimos sistemas e normas de conformidade reconhecidos globalmente e que nos dão suporte para atingir os nossos objetivos. Anualmente, cada unidade passa por uma avaliação de conformidade com as legislações e compromissos ambientais, conduzida por uma empresa externa. Em um ciclo de dois anos, o Sistema de Gestão Ambiental das unidades é auditado internamente e, cada ano, é realizada uma autoavaliação para identificar as oportunidades de melhoria e, seguindo o Princípio da Precaução, assegurar que adotamos medidas adequadas para prevenir a degradação ambiental. GRI 102-11

Investimentos ambientais ODS 7.a

Cientes de nosso papel de contribuir para minimizar os efeitos das mudanças climáticas, investimos em programas que buscam diminuir as emissões de carbono, reduzir o consumo de energia e otimizar o uso de água. Buscamos continuamente projetos inovadores, que tragam melhorias em equipamentos e processos, com ganhos expressivos na área ambiental.

Também acreditamos na força dos Programas de Educação Ambiental (PEA) que há 13 anos formam monitores ambientais em Três Marias, contribuindo na conscientização da população, especialmente os jovens, para as causas ambientais. No Jovens Cientistas, uma das ações desenvolvidas no âmbito do programa, o tema do ano foi o monitoramento das águas. Outro projeto de destaque é o Vazante Verde, executado em parceria com a prefeitura de Vazante e o Legado Verdes do Cerrado, que visa estimular a preservação das espécies nativas do cerrado e o bem-estar da população. Desde 2018, já foram plantadas 843 mudas de espécies angico, aroeira, jenipapo e ipê-amarelo, dentro da meta de plantar 10 mil novas árvores até 2023.

Em 2019, nossos investimentos em meio ambiente foram de US$ 89 milhões. Desse montante, 36% foram aplicados na destinação de resíduos, 24% para gestão ambiental e 31% para tratamento de efluentes.

Investimentos ambientais GRI 103-2

Despesas ambientais (Capex e Opex) GRI 103-2

Tema material
Resíduos
GRI 103-2, 103-3 ODS 9.4, 12.4, 12.5

Empilhamento a seco em Cerro Lindo

A geração de resíduos sólidos é um tema de inquietação global e, tendo consciência do impacto da mineração e do nosso negócio, mantemos o compromisso de desenvolver novas tecnologias que permitam diminuir nossos volumes de resíduos e transformá-los em produtos secundários, de forma a que possam ser comercializados.

Em 2019, nossas operações geraram cerca de 21 milhões de toneladas de resíduos minerometalúrgicos, sendo 90,2% perigosos e 9,8% não perigosos, um acréscimo de 8,9% em relação a 2018. No último ano temos observado um diminuição sutil no volume de resíduos por tonelada produzida, que passou de 10,61 para 10,57 toneladas por conta do aumento proporcional de produção em nossos smelters. GRI MM3

Temos exemplos de vários produtos em desenvolvimento, como a produção de pré-clínquer sulfoaluminoso para aplicação no concreto e o granito sintético para construção civil, a partir do rejeito da unidade de Três Marias; e a separação de hematita dos rejeitos de Vazante para uso na indústria do aço (Tecnologia, automação e inovação).

Recuperação e reprocessamento

Entre os projetos que desenvolvemos nos últimos anos encontra-se o de recuperação de baritina do resíduo da mineração de zinco, em Cerro Lindo. Em 2019, foram realizados testes-piloto nos Estados Unidos, com o objetivo de otimizar o consumo de reagentes e aumentar a recuperação da baritina. O concentrado produzido foi enviado para análise em dois laboratórios certificados pelo American Petroleum Institute (API), com ótimos resultados em termos de purezas químicas e físicas. Concluímos a engenharia básica da unidade de demonstração com capacidade de tratamento de rejeitos de 100 toneladas por dia. As próximas etapas estão relacionadas à validação do preço do concentrado de baritina, atualizando posteriormente o modelo financeiro do projeto para termos uma decisão final sobre a implantação efetiva do projeto.

Em Juiz de Fora, nossa unidade recicladora de materiais, temos como meta aumentar o percentual de produção a partir de material secundário para 33% em 2023 e 40% em 2025. No ano de 2019, reciclamos 16% do resíduo do Pó de Aciaria Elétrica (PAE), 0,13% do óxido de latão, 1,2% do óxido Waelz importado e 0,7% do silicato de baixo teor.

Em Morro Agudo, transformamos todo o rejeito em produto secundário, o Pó Calcário Agrícola (PCA), que dá origem ao Zincal200. Os rejeitos provenientes da operação são sedimentados, parte sendo reaproveitada na planta, parte vendida como Zincal, produto usado na agricultura para diminuir a acidez do solo e aumentar a produtividade. Em 2019, passamos a vender mais Zincal do que o volume produzido na unidade, o que nos permitiu reduzir o volume de rejeito antigo estocado. Superamos, no último ano, a marca de 1 milhão de toneladas de calcário vendidas e duplicamos o reprocessamento de rejeitos antigos na usina. Além de representar uma receita da ordem de U$S 8,7 milhões (15% do total da unidade), o processo elimina a necessidade de construir novas estruturas de contenção, resultando em ganhos econômicos e ambientais. GRI 102-2

Em Vazante, desenvolvemos o método de lavra mecanizada e a tecnologia de beneficiamento mineral para produzir zinco por meio de reprocessamento de rejeito da barragem Aroeira. Em 2019 foram reprocessados aproximadamente 46 mil toneladas de rejeito, gerando aproximadamente 1,5 mil toneladas de concentrado de zinco e 44 mil toneladas de rejeito seco. A produção extra de zinco contribuiu para a unidade e para a comunidade de Vazante, gerando mais empregos diretos e indiretos. Nesse processo, o rejeito retirado da barragem é disposto em pilha, processo mais seguro e sustentável.

Volume de resíduos (mil toneladas) GRI 306-2, MM3

16 O aumento de volume reflete o maior envio desses resíduos para reciclagem

Gestão de barragens e depósito de rejeitos

Conscientes de que a gestão de barragens e depósitos de rejeitos é um dos principais riscos associados à atividade de mineração, e apesar de já termos práticas seguras de deposição de rejeitos, fizemos uma nova e criteriosa revisão da nossa política de gestão de barragens em 2019, que ultrapassa a exigência da legislação brasileira. Incluímos a instalação de sirenes e a simulação obrigatória de evacuação em massa com a população que reside no entorno e antecipamos a introdução de depósitos a seco de rejeito na unidade de Vazante. Em 2020, realizaremos uma segunda auditoria em nossas barragens para garantir que todas as regras de segurança estão sendo observadas.

Aplicamos diretrizes da International Commission on Large Dams (Comissão Internacional de Grandes Barragens) para realizar o controle e monitoramento das nossas 47 barragens e depósitos de rejeito (23 no Brasil e 24 no Peru). Adicionalmente, fortalecemos nosso modelo de governança em gestão de barragens ao estabelecer regras claras (as 6 Regras de Ouro para Gestão de Barragens e Depósitos de Rejeitos), de cumprimento obrigatório, com vigência a partir de 2020. Em caso de transgressão, o caso será avaliado por um comitê local, que decidirá a medida disciplinar a ser adotada.

Atualmente, utilizamos três métodos de disposição de resíduos em nossas operações: barragens, empilhamento a seco (dry stacking) e retorno à mina, preenchendo os espaços de onde foi retirado o mineral (backfill). Para todos os métodos de controle e monitoramento seguimos as legislações vigentes de cada país onde operamos.

Algumas operações podem combinar um ou mais métodos de disposição. Nas unidades de Atacocha, El Porvenir e Cerro Lindo, no Peru, adotamos o sistema backfill, por meio do qual 46% dos resíduos retornam às minas do Complexo Pasco (Atacocha e El Porvenir) e 38% à mina de Cerro Lindo, na qual parte do resíduo é filtrado, separando a água e os sólidos. A água é recirculada e o rejeito filtrado é enviado às pilhas para serem compactados. Esse mesmo modelo será adotado na operação de Aripuanã, em construção. Na mina de Vazante, demos início ao método de empilhamento a seco, reduzindo os impactos ambientais e riscos à operação. E já temos um plano de descomissionamento da barragem desta unidade, descrito em Descomissionamento.

Priorização

Das nossas 47 barragens, 24 estão paralisadas ou em fase de descomissionamento. Priorizamos o reaproveitamento do material, por meio de novas tecnologias. Quando isso não é aplicável tecnologicamente, a disposição do material é realizada de forma a conter impacto ambiental e representar menor risco à população, como seu retorno para a cava ou o empilhamento a seco. Barragens são recursos que evitamos utilizar e, quando necessário, construímos em etapa única, com alteamento a jusante ou linha de centro. Atualmente, cerca de 85% dos resíduos gerados pela Nexa no Brasil e no Peru não são destinados para barragens, sendo utilizadas outras tecnologias de disposição.

A Diretoria-Executiva acompanha regularmente o tema, por meio de relatórios de estabilidade das estruturas, apresentados nas reuniões periódicas da Diretoria. Adotamos processos e procedimentos que formam o Sistema Integrado de Gestão de Barragens (SIGBar) e um Sistema Integrado de Gestão de Depósitos (SIGDep), acompanhados permanentemente por uma empresa independente, que recebe dados das inspeções a cada 15 e 30 dias, respectivamente, para emitir os relatórios.

Instalamos em 2019 o mais moderno sistema de sirenes (Sistema de Alarme ZAS – Zona de Autossalvamento, com intensidade sonora de 70 dB) em todas as unidades do Brasil, e realizamos simulados com as comunidades locais para comprovar sua eficácia. Verificamos que estão funcionando de acordo com as exigências da nova legislação brasileira, que prevê alcance em um raio de 10 quilômetros ou uma onda de inundação igual a 30 minutos. Atualmente, estamos em processo de automatização do monitoramento das instrumentações geotécnicas. Além do monitoramento online exigido em lei, realizamos inspeções quinzenais in loco. No Peru, diante do contexto social e legal, estamos avaliando as formas de comunicação de divulgação em massa para as comunidades. No entanto, todas nossas barragens contam com Plano de Ação Emergencial para situações críticas.

Unidade de Vazante

Tema material
Água
GRI 103-2, 103-3 ODS 6.a, 9.4

img25

Colaborador de Vazante

O tema água continua no centro de nossas preocupações e compõe nosso Plano Diretor de Sustentabilidade, que traça as diretrizes para o uso consciente do recurso. Temos metas para melhoria contínua de redução do uso de água em todas as nossas operações e pretendemos atingir, até 2025, um percentual de 75% de recirculação. GRI 303-2

Em 2019, atingimos índice de 67%, um ponto percentual acima do ano anterior, nos aproximando gradualmente de nossa meta. Os indicadores de percentual de recirculação e uso específico de água nova (m3/t) vêm sendo acompanhados de forma sistemática em um banco de dados corporativo integrado. Nosso consumo aumentou 3% no ano, justificado pela instalação de equipamentos de monitoramento de vazão, os quais possibilitam extrair valores mais assertivos.

Entre os próximos passos para melhorar nosso índice está o início do empilhamento a seco dos rejeitos de Vazante, o que permitirá adotarmos alternativas para recircular mais água ou segregar águas de contato das águas que não são utilizadas na unidade.

Recirculação

Um dos exemplos de alto índice de recirculação de água (cerca de 90%) é a unidade de Cerro Lindo, onde todo o recurso utilizado é proveniente de recirculação ou do mar. A operação conta com uma planta dessalinizadora, que extrai o sal por processo de osmose reversa e a bombeia até a planta, a 2,2 mil metros de altitude. Em uma área com escassez de recursos hídricos, essa tecnologia é importante para não competir com a população na demanda por água. Além disso, incentivamos e orientamos a comunidade da região a armazenar água da chuva. GRI 303-1 ODS 6.4

Investimos continuamente em programas de recirculação de água eficiente, pois contribuem tanto para a menor captação de água nova, quanto para reduzir o volume de efluentes e o impacto ambiental do descarte. Para garantir que nossos efluentes sejam descartados após tratamento adequado, destinamos 26% dos recursos de despesas ambientais para este fim. ODS 6.3

Com o propósito de melhorar nossa gestão hídrica, firmamos uma parceria com a Universidade de Queensland para usar sua metodologia para medir nosso balanço hídrico e para que nos auxiliem no incremento de nossos índices de recirculação de água nas unidades.

Saneamento básico

Nossos novos projetos, como Aripuanã, já nascem com objetivo de iniciar as operações com 100% de recirculação de água. Demos também início a um trabalho de diagnóstico de uso da água na região, com o Instituto Trata Brasil, para apoiar o município em solucionar questões de saneamento básico. Além de Aripuanã, esse diagnóstico está em curso em todas as nossas unidades no Brasil e no Peru, como parte do nosso compromisso de cocriar um legado nas comunidades do entorno de nossas operações, reduzindo impactos sociais e ambientais com soluções autossustentáveis e de longo prazo (mais informações sobre nossa gestão social estão disponíveis em Sociedade).

Captação em Vazante ODS 11.6, 15.1

Estamos passando por um período de atenção na região de Vazante, não apenas pela redução do volume de chuvas na bacia do Rio Santa Catarina, o menor das últimas décadas, como pelo fenômeno de dolinamentos, que são abatimentos com ocorrência característica em solos cársticos (ricos em calcário). Por isso, monitoramos rotineiramente a vazão do Rio Santa Catarina, realizamos monitoramentos piezométricos e temos um plano de gestão de riscos dolomíticos.

Apoiamos o estudo que vem sendo realizado pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) para avaliar o impacto do secamento do rio na região, trabalho realizado por designação do Ministério Público (MP), em razão de um Termo de Compromisso que firmamos com o MP. Em 2019, foram executadas nossas ações de responsabilidade previstas no cronograma do projeto, sendo que o IPT produziu e apresentou três relatórios parciais para o MP e a para nós.

Por representar um dos principais cursos d’água da região, a Unidade Vazante iniciou também um grande projeto de recuperação de nascentes do Rio Santa Catarina, que envolve uma área de 50 mil hectares, com 134 nascentes, por um período de cinco anos. Após o diagnóstico da bacia hidrográfica, feito em 2018, demos início à primeira etapa, de recuperação de quatro nascentes Córrego Guariroba, um dos principais afluentes do Rio Santa Catarina. Em 2019, avançamos com construção de cercas, que totalizam 21.855 metros. Para 2020, a previsão é proteger 27 nascentes, com a construção de 19.900 metros de cercas, dar início à instalação de pontos de monitoramento de vazão.

Consumo de água por fonte – 201917

17 Três principais retiradas de água

Limpeza do Rio Huallaga

Preocupados com a contaminação do Rio Huallaga, promovemos, por meio de nosso programa de voluntariado, uma campanha para limpeza do rio, envolvendo 268 pessoas de empresas especializadas no tema, voluntários Nexa e comunidade do entorno do Complexo Pasco, no Peru. Em cinco horas de trabalho, coletamos 30 toneladas de resíduos ao longo de 12,1 quilômetros (de La Quinua a Malauchaca), que foram transportados para o aterro sanitário local.

Tema material
Energia
GRI 103-2, 103-3 ODS 11.6, 13.2

Unidade de Três Marias

Sabemos que uma economia de baixo carbono nos permite contribuir para minimizar as variações climáticas, evitando, do ponto de vista do negócio, alterações de cronogramas de projetos e aumento de custos operacionais. E do ponto de vista social, ajudamos a construir uma sociedade cada vez mais sustentável. Por isso, estabelecemos a meta de reduzir em 5% as emissões de gases de efeito estufa (GEE) por tonelada de produto até 2025.

Uma das principais ações nesse sentido é a operação, desde 2017, de uma caldeira de biomassa na unidade Três Marias, em substituição às caldeiras alimentadas por óleo derivado de petróleo. O equipamento proporciona uma economia de US$ 3,8 milhões por ano, com redução em 30% na emissão de gases de efeito estufa e de 46% no custo de produção de vapor. A estrutura utiliza como combustível o cavaco de eucalipto produzido na região. A próxima etapa consiste na operação da unidade com produção de vapor. O modelo que se mostrou eficiente em Três Marias deverá agora ser implantado na unidade de Juiz de Fora. ODS 7.2, 9.4, 12.2

Já na unidade de Cajamarquilla, no Peru, estamos investindo na substituição de óleo diesel, óleo combustível e GLP por gás natural. Também entrou em testes, em 2019, a conversão de geradores a diesel por gás natural, o que deverá reduzir as emissões e o custo de combustível na planta.

Matriz energética

Em busca de uma matriz energética mais limpa, assinamos um novo contrato de energia de longo prazo com a estatal peruana Electroperú S.A., com previsão de fornecimento de 240 MW de energia por sete anos, válido a partir de janeiro de 2020. Dessa forma, conseguimos uma economia potencial de até US$ 50 milhões durante a vigência do contrato e garantimos que 98% das nossas necessidades de energia naquele país, sejam atendidas por uma fonte de energia limpa.

No Brasil, assinamos um novo contrato de longo prazo com a Furnas, do grupo Eletrobras, para atender à operação de Aripuanã, em um contrato de 15 anos, sendo iniciando também em janeiro de 2020. Nas operações brasileiras, a energia limpa representa 74,1% do nosso consumo.

Consumo de energia

Consumimos 15.808.215 GJ de energia em nossas operações, aumento de 5,6% comparativamente a 2018 (14.970.823 GJ), sendo 79,3% (12.530.144 GJ) de fontes renováveis. Essa proporção reflete especialmente a matriz de energia elétrica do Brasil e do Peru, uma vez que ambas apresentaram em sua base maior participação de fontes hídricas.

No ano, a geração de energia elétrica representou 25% do total de energia elétrica consumida. Há cogeração em caldeiras de vapor e geração em usinas e pequenas centrais hidrelétricas gerenciadas pela Votorantim Energia (que atende às subsidiárias da Votorantim S.A., além de clientes externos).

Emissões atmosféricas

Nossas emissões de gases de efeito estufa (GEE) totalizaram 1.017.744 tCO2e, o que significou decréscimo de 19,8% comparado ao ano anterior (1.269.674 tCO2e).

As emissões decorrentes de consumo de energia elétrica adquirida (Escopo 2) corresponderam a 62% do total e as outras emissões indiretas (Escopo 3) somaram 132.997 tCO2e, ou 13% do total. A intensidade de emissões passou de 1,15 tCO2e por tonelada de zinco produzido em 2018 para 0,950 tCO2e. GRI 305-1, 305-2, 305-3

Consumo de energia dentro e fora da Nexa GRI 302-1, 302-2

Emissões de GEE por escopo – 2019 GRI 305-1, 305-2, 305-3

Intensidade energética (Gj/t zinco) GRI 302-3

Intensidade das emissões de GEE (Gj/t zinco) GRI 305-4

grafico-15

<< Pessoas | Sociedade >>