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Capital natural

GRI 103-2, 103-3 ODS 11.6

Prevenir os impactos ao meio ambiente, usando de forma consciente os recursos naturais é uma preocupação cada vez mais urgente no planeta. Dos dez principais riscos que compõem a matriz de riscos apresentada no Fórum Econômico Global 2020, cinco são ambientais: clima extremo, fracasso no combate às mudanças climáticas, desastres naturais, perda de biodiversidade e desastre ambiental causado pelo homem.

Por isso, estamos empenhados em aprimorar nosso monitoramento e os resultados dos nossos indicadores, de forma a contribuir mais para as futuras gerações. Queremos ser uma empresa reconhecida pela conduta sustentável, que constrói uma mineração do futuro ecoeficiente, com menos recursos consumidos e menos resíduos gerados.

Nossas metas ambientais estão em processo de revisão, porém seguimos neste último ciclo com o objetivo de atingir, até 2025, 75% de recirculação e menor uso específico de água; reduzir em 5% a emissão específica de gases de efeito estufa; diminuir a disposição de rejeitos em barragens e diminuir em 50% a geração específica de resíduos minerometalúrgicos; além de garantir que 100% das unidades possuam estudo de alternativa de uso futuro e um plano de descomissionamento, alinhado com o desenvolvimento das comunidades do entorno onde operamos.

Nosso Sistema de Gestão Integrado baseia-se em uma política que estabelece as diretrizes que norteiam a condução dos negócios sob enfoque da gestão de qualidade, ambiental, da saúde e segurança do trabalho e da responsabilidade social. Além disso, nos guiamos pelas leis e normas ambientais pertinentes ao nosso negócio em cada país onde estamos presentes. ODS 13.2

Todas as unidades operacionais possuem a certificação ISO 14001 e, portanto, seguimos sistemas e normas de conformidade reconhecidos globalmente e que nos dão suporte para atingir os nossos objetivos. Anualmente, cada unidade passa por uma avaliação de conformidade com as legislações e compromissos ambientais, conduzida por uma empresa externa. Em um ciclo de dois anos, o Sistema de Gestão Ambiental das unidades é auditado internamente e, a cada ano, é realizada uma autoavaliação para identificar as oportunidades de melhoria e, seguindo o Princípio da Precaução, assegurar que adotamos medidas adequadas para prevenir a degradação ambiental. GRI 102-11

Investimos tanto em projetos de inovação, para conter o avanço das mudanças climáticas, quanto em Programas de Educação Ambiental (PEA), tendo em vista a tomada de consciência e mudança dos hábitos nas comunidades. Em 2020, destinamos US$ 42,8 milhões em investimentos e despesas ambientais, dos quais 22% foram aplicados na destinação de resíduos, 18% para gestão ambiental e 17% para tratamento de efluentes.

Para 2021, já temos aprovado o projeto Vazantes Mineiras, um projeto conectado com iniciativas de descomissionamento, com usos múltiplos do solo, ainda durante a operação da mina, que integrará as questões ambientais, sociais e econômicas do território. Trata-se de uma visão inovadora, com antecipação da implementação de usos futuros, possibilitando desenvolvimento de um novo modelo de negócio. A iniciativa está dividida em quatro módulos: pesquisa, plantio e produção, turismo e social.

Legado das Águas (SP)
Investimentos ambientais GRI 103-2
Despesas ambientais GRI 103-2

Gestão de recursos hídricos
TEMA MATERIAL GRI 103-2, 103-3, 303-1 ODS 6.a, 9.4

A água continua sendo um tema central para a Nexa e compõe nosso Plano Diretor de Sustentabilidade, que traça as diretrizes para o seu uso consciente. Como parte de nosso compromisso com a gestão sustentável dos recursos hídricos, conduzimos projetos socioambientais relevantes nessa temática, como o Jovens Cientistas, Gente Cuidando das Águas e Apoio à Gestão Pública (AGP), Água Boa (detalhes sobre os projetos na página 84). Comprometidos com a difusão desse tema para o setor de mineração, lideramos a coordenação do grupo técnico do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram) que trata desse assunto, assumindo ainda no último ano um compromisso público de desenvolvimentos de uma mineração mais sustentável.

Em um ano em que algumas ações externas precisaram ser postergadas em função da pandemia, buscamos focar nosso trabalho em ações internas de conscientização e de redução de consumo. Entre nossos objetivos de melhoria contínua de redução do uso de água em todas as nossas operações, já conseguimos atingir a meta prevista para 2025, que era chegar a um percentual de 75% de recirculação. Em dezembro de 2020, alcançamos 82%, um ganho significativo em relação ao ano anterior, de 67% de recirculação. GRI 303-2

Contribuíram para a melhoria do índice várias ações de melhoria contínua, como controles de desperdício e uso de água nova apenas onde não pode ser usada água recirculada. Os indicadores de percentual de recirculação e uso específico de água nova (m3/t) são acompanhados de forma sistemática em um banco de dados corporativo integrado.

Legado das águas

Em 2020 recebemos o selo de empresa fundadora do Legado das Águas, a maior reserva privada de Mata Atlântica do país (quase 1% do total), com 31 mil hectares de proteção de florestas e da biodiversidade brasileira. O selo foi outorgado pela Reservas Votorantim às empresas do grupo que apoiam a iniciativa. Além da preservação da água, o Legado fomenta o desenvolvimento da atividade econômica da população ribeirinha, com alto nível de engajamento da população na expansão do turismo local e na preservação da natureza. Desde 2012, a Nexa já contribuiu com R$ 10 milhões de apoio à iniciativa, sendo mais de R$ 2 milhões no ano de 2020.

O Legado das Águas se tornou uma referência nacional em gestão de ativos ambientais pelo modelo de negócio que utiliza a floresta em pé como meio de inovação em ecoturismo, pesquisa científica e desenvolvimento socioeconômico. As pesquisas científicas e monitoramento de fauna e flora já registraram 1.765 espécies no Legado, sendo 50 de animais e 9 de espécies da flora ameaçados de extinção. Reconhecida como Posto Avançado da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica pelo sistema ONU/Unesco, recentemente encontrou duas antas albinas, possivelmente as únicas do mundo, e redescobriu uma espécie de orquídea considerada extinta na natureza.

Legado das Águas (SP)

Captação em Vazante ODS 11.6, 15.1

Seguimos com o monitoramento do rio Santa Catarina, apoiando o estudo que vem sendo realizado pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) para avaliar o impacto do secamento do rio na região, devido à redução do volume de chuvas na bacia e ao fenômeno de dolinamentos, que são abatimentos com ocorrência característica em solos ricos em calcário.

Temos um projeto de recuperação de nascentes do Rio Santa Catarina, que envolve uma área de 50 mil hectares, com 134 nascentes, por um período de cinco anos. Para 2020, protegemos 27 nascentes, com a construção de 19.900 metros de cercas, dar início à instalação de pontos de monitoramento de vazão.

Gestão de barragens TEMA MATERIAL

Sabemos que a gestão de barragens e depósitos de rejeitos é um dos principais riscos associados à atividade de mineração. Por isso, em 2019, fizemos uma revisão do processo de gestão, concluímos a instalação de sirenes e a simulação obrigatória de evacuação em massa com a população que reside no entorno e, em 2020, em função da pandemia, não pudemos realizar os simulados envolvendo as comunidades. No entanto seguimos com todas as práticas de inspeção e evoluímos na instrumentação das barragens de Vazante e Morro Agudo, implementando o monitoramento on-line.

Para realizar o controle e monitoramento das nossas barragens e depósitos de rejeito, aplicamos diretrizes da International Commission on Large Dams (Comissão Internacional de Grandes Barragens). Adicionalmente, implementamos nossas 6 Regras de Ouro para Gestão de Barragens e Depósitos de Rejeitos), de cumprimento obrigatório, que entrou em vigência em 2020. Em caso de transgressão, o caso será avaliado por um comitê local, que decidirá a medida disciplinar a ser adotada.

Com o objetivo de trazer maior transparência e visibilidade sobre a nossa gestão de barragens, desenvolvemos um website que concentra as informações de nossas operações. É possível, por exemplo, ter acesso on-line ao resultado do laudo de estabilidade geotécnica das barragens (nexabarragens.com.br).

Atualmente, utilizamos três métodos de disposição de resíduos em nossas operações: retorno à mina, preenchendo os espaços de onde foi retirado o mineral (backfill), empilhamento a seco (dry stacking) e barragens. Para todos os métodos de controle e monitoramento, seguimos as legislações vigentes de cada país onde operamos.

Algumas operações podem combinar um ou mais métodos de disposição. Nas unidades de Atacocha, El Porvenir e Cerro Lindo, no Peru, adotamos o sistema backfill, por meio do qual 21% dos resíduos retornam às minas do Complexo Pasco (Atacocha e El Porvenir) e 38% à mina de Cerro Lindo, na qual parte do resíduo é filtrado, separando a água e os sólidos. A água é recirculada e o rejeito filtrado é enviado às pilhas para serem compactados. Esse mesmo modelo será adotado na operação de Aripuanã, em construção. Na mina de Vazante, demos início ao método de empilhamento a seco, reduzindo os impactos ambientais e riscos à operação.

Reaproveitamento de material

Prioritariamente, buscamos o reaproveitamento de rejeito/resíduos, por meio de novas tecnologias. Quando isso não é aplicável tecnologicamente, a disposição do material é realizada de forma a conter impacto ambiental e representar menor risco, como empilhamento a seco. Barragens são recursos que evitamos utilizar e, quando necessário, construímos em etapa única, com alteamento a jusante ou linha de centro. Atualmente, apenas 34% dos rejeitos gerados pela Nexa no Brasil e no Peru seguem para barragens, sendo utilizadas de forma principal outras tecnologias de disposição.

A Diretoria-Executiva acompanha regularmente o tema, por meio de relatórios de estabilidade das estruturas, apresentados em relatórios mensais. Adotamos processos e procedimentos que formam o Sistema Integrado de Gestão de Barragens (SIGBar) e um Sistema Integrado de Gestão de Depósitos (SIGDep), acompanhados permanentemente por uma empresa independente, que recebe dados das inspeções quinzenais e monitoramentos por meio de instrumentos mensais, respectivamente, para emitir os relatórios.

Unidade de Cerro Lindo (Peru)

Gestão de resíduos e rejeitos
TEMA MATERIAL GRI 103-2, 103-3 ODS 9.4, 12.4, 12.5

Mantemos o compromisso de desenvolver novas tecnologias que permitam diminuir nossos volumes de resíduos e transformá-los em produtos secundários, de forma a ser comercializados. Para desenvolver esses novos produtos e aprimorar os existentes, contamos com nossa plataforma de inovação, o Mining Lab, que seleciona start-ups com soluções diferenciadas para diversos fins, além de parceria com universidades e institutos de pesquisa.

Vários produtos originários dessas pesquisas estão em desenvolvimento, como a produção de pré-clínquer sulfoaluminoso para aplicação no concreto e o granito sintético para construção civil, a partir do rejeito da unidade de Três Marias; e a separação de hematita dos rejeitos de Vazante para uso na indústria do aço (detalhes sobre os projetos estão no Capitulo de Tecnologia, automação e inovação).

Em 2020, nossas operações geraram cerca de 19 milhões de toneladas de resíduos minerometalúrgicos, sendo 82,1% perigosos e 17,9% não perigosos, uma redução total de 7,9% em relação a 2019. GRI MM3

Recuperação e reprocessamento

Cerro Lindo – Com o propósito de aumentar a economia circular nas nossas operações, conduzimos um estudo para reaproveitamento do sulfato de bário (baritina) contido nos rejeitos da unidade de Cerro Lindo. Encontramos entre 10% e 20% de baritina que podem ser usados com benefícios econômicos, sociais e ambientais. O resultado das pesquisas em plantas-piloto demonstra que é possível obter um concentrado de baritina com interesse comercial, porém, ainda não economicamente viável. Os estudos seguem em 2021.

Juiz de Fora – Em nossa unidade recicladora de materiais, temos como meta aumentar o percentual de produção a partir de material secundário para 33% em 2023 e 40% em 2025. Em 2020, reciclamos 13,4% do resíduo do Pó de Aciaria Elétrica (PAE), 0,41% do óxido de latão, 0,8% do óxido Waelz importado e 1% do silicato de baixo teor.

Morro Agudo – Transformamos todo o rejeito em produto secundário, o Pó Calcário Agrícola (PCA), que dá origem ao Zincal200. Os rejeitos provenientes da operação são sedimentados, parte sendo reaproveitada na planta, parte vendida como Zincal, produto usado na agricultura para diminuir a acidez do solo e aumentar a produtividade. Em 2020, atingimos recorde na venda de Zincal, o que nos permitiu reduzir o volume de rejeito antigo estocado. Superamos, no último ano, a marca de 1,3 milhão de toneladas de calcário vendidas e duplicamos o reprocessamento de rejeitos antigos na usina. GRI 102-2

Vazante – Desenvolvemos o método de lavra mecanizada e a tecnologia de beneficiamento mineral para produzir zinco por meio de reprocessamento de rejeito da barragem Aroeira. A produção extra de zinco contribuiu para a unidade e para a comunidade de Vazante, gerando mais empregos diretos e indiretos. Nesse processo, o rejeito retirado da barragem é transformado parte em zinco concentrado e outra em rejeito seco disposto em pilha, processo mais seguro e sustentável. Em 2020, foram reprocessadas aproximadamente 111 mil toneladas de rejeito, gerando aproximadamente 7 mil toneladas de concentrado de zinco com teor de 39% e 104 mil toneladas de rejeito seco.

Volume de resíduos (mil toneladas)

Mudanças climáticas
TEMA MATERIAL

As mudanças climáticas têm sido tema de discussão frequente e, cada vez mais, ganhado relevância no setor da mineração. Recentemente, tornou-se tema material para a Nexa, que passará a reportar seus indicadores de maneira mais abrangente. Cientes do nosso papel para conter o avanço do aquecimento global, desenvolvemos ações de redução do consumo de energia e de emissões de poluentes nas nossas operações.

Queremos reduzir a carga poluidora atmosférica, aumentando o percentual de energia renovável nas minas e smelters e diminuindo os poluentes lançados na atmosfera, assim como aumentar a eficiência energética, evitando o uso de energia não renovável. Além disso, pretendemos reduzir os incidentes significativos que possam impactar mudanças no clima e aumentar a gestão preventiva no uso de recursos na área de influência, por meio de mudanças no comportamento e estilo de vida das pessoas.

Em 2020, passamos a utilizar a ferramenta de cálculo do GHG Protocol em todas as unidades operacionais, considerando novas fontes de consumo de energia e de emissão de gases de efeito estufa. Esse trabalho foi conduzido pelo time de Meio Ambiente, com uma visão estratégica e espelhando nossa preocupação com a sustentabilidade dos negócios.

Energia
GRI 103-2, 103-3 ODS 11.6, 13.2

Em busca de uma economia de baixo carbono estabelecemos a meta de reduzir em 5% as emissões de gases de efeito estufa (GEE) por tonelada de produto até 2025.

Uma das principais ações nesse sentido é a operação, desde 2017, de uma caldeira de biomassa (cavaco de eucalipto) na unidade Três Marias, em substituição às caldeiras alimentadas por óleo derivado de petróleo. Considerando o período de funcionamento (2017 a 2020), o equipamento proporcionou uma economia de US$ 4,3 milhões por ano, com redução em 81% na emissão de gases de efeito estufa e de 44% no custo de produção de vapor. Na unidade de Cajamarquilla estamos implementando o projeto de substituição de óleo diesel, óleo combustível e GLP por gás natural. Em Juiz de Fora, iniciamos em 2020 a implantação de um gaseificador que reaproveitará os resíduos energéticos da Nexa e da cidade de Juiz de Fora como combustível. ODS 7.2, 9.4, 12.2

Também evoluímos no uso do bio-óleo (óleo de pirólise de biomassa de eucalipto), na pirometalurgia, em Três Marias, substituindo o consumo de óleo combustível de origem fóssil. Passamos a testar o uso de hidrogênio em máquinas automotivas com injeção direta nos motores, diminuindo o consumo de óleo diesel e, consequentemente, as emissões de gases de efeito estufa.

Implantamos ações de otimização do transporte de insumos nas operações de Cerro Lindo que permitiram a redução significativa no fluxo de transporte, refletindo na diminuição de cerca de 28% das emissões de GEE desta atividade. Esse projeto será ampliado para as operações de Atacocha e El Porvenir.

Trabalhamos para fechar um novo contrato de energia elétrica para todas as operações da Nexa no Peru e contamos com um parceiro que nos forneceu 100% da energia proveniente de fontes renováveis em 2020. No Brasil, o consumo de energia elétrica renovável foi de quase 96,8%, totalizando para a Nexa um consumo global de energia elétrica renovável representando 98,5% do total consumido. Avançamos em projetos como a instalação de painéis solares em Três Marias e em Vazante, com o objetivo manter a base da matriz energética renovável. Queremos estender esse padrão de projetos para outras unidades, por meio de parcerias com empresas especializadas em energia solar.

Consumimos 17.874.424,72 GJ de energia térmica em nossas operações, sendo 12.958.576,07 de fonte renováveis e 4.915.848,65 GJ de fontes não renováveis. Nossa intensidade energética foi de 30,54 (GJ/ tonelada de zinco e óxido de zinco vendidos). O aumento de consumo de energia térmica, comparado ao ano de 2019, se deve principalmente ao mapeamento mais refinado de insumos utilizados.

Emissões atmosféricas

Nossas emissões de gases de efeito estufa (GEE) totalizaram 773.391,154 tCO2e, o que significou diminuição de 24% comparado ao ano anterior (1.017.744,42 tCO2e). Essa redução se deve, principalmente, à suspensão temporária das atividades de mineração no Peru, por dois meses, em decorrência da decretação de estado de emergência nacional pela pandemia de Covid-19.

As emissões decorrentes de consumo de energia elétrica (Escopo 2) corresponderam a 56% do total e as emissões diretas (Escopo 1) somaram 252.649,06 tCO2e, ou 33% do total. A intensidade de emissões em 2020, foi de 1,32 tCO2e por tonelada de zinco e óxido de zinco vendidos. As emissões biogênicas diretas (Escopo 1) somaram 168.360,85 tCO2e. GRI 305-1, 305-2, 305-3, 305-4

6Foram incluídos nos cálculos os gases: Dióxido de Carbono (CO2), Metano (CH4), óxido Nitroso (N2O) e Hidrofluorcarbonetos (HFCs)

7Consideramos o controle operacional como abordagem para cálculo

8Os fatores de emissão e índices de potencial de aquecimento global (GWP) utilizados, seguem as referências
do GHG Protocol.

(*) Informamos que os indicadores de energia (GRI Standards 302-1, 302-2, 302-3) e emissões de gases do efeito estufa (GRI Standards 305-1,305-4) foram revisados em razão da identificação de um erro não intencional na compilação dos dados de consumo de combustível de uma de nossas unidades operacionais. Por isso, o Relatório Anual 2020 originalmente emitido em 08 de abril de 2021 está sendo reemitido para refletir as correções necessárias nos referidos indicadores (Vide tabela abaixo). Esclarecemos também que as informações revisadas neste Relatório divergem daquelas apresentadas no Relatório Anual da Votorantim S.A., publicado em 08 de abril de 2021.
GHG Protocol
Unidade de Três Marias (MG)